Vocês acharam que eu não iria terminar de falar dos filmes de Rurouni Kenshin? Porque se achou, achou errado! Eu não vou parar até fazer de todos os filmes, e ainda falam dois. Mas hoje o foco é no primeiro filme em Quioto. Hoje é dia de falar sobre Rurouni Kenshin: Kyoto Inferno.

Deixando claro, por ordem de lançamento, esse é o segundo filme lançado, que inicia a saga do Shishio. Tem um segundo filme, que continua essa saga, mas esse é para a próxima semana. E para os interessados, como todos os outros, o filme está disponível na Netflix. Mas chega de enrolar e vamos ao que importa!

Sinopse

Após o ocorrido com Kanryu, Kenshin agora vive pacificamente no dojo de Kaoru. Mas Kenshin fica sabendo de um novo perigo em Quioto. Makoto Shishio, o retalhador que assumiu o papel de Kenshin, e sobreviveu após uma tentativa de o silenciar, agora juntou um exército, e pretende iniciar uma nova revolução. E após incontáveis soldados mortos pelos homens de Shishio, o governo japonês pede ajuda a Kenshin para lidar com esse novo perigo.

Mas aceitar esse trabalho vai fazer que Kenshin precise deixar o dojo de Kaoru, e ser obrigado a vencer Shishio, sem quebrar seu voto de nunca mais matar. O que se mostrará um desafio muito maior que o esperado.

A jornada para Quioto

Enquanto muito do primeiro filme foi adaptado para encaixar no roteiro, no caso de Rurouni Kenshin: Kyoto Inferno, isso foi algo mais presente no final do filme. Ah, e já deixando claro, não vai ser possível evitar spoilers por completo. Bem, deixem-me ser mais claro. VAI TER SPOILER!!!

Isso estando claro, continuando. O filme, em sua maior parte, segue bem a ideia da obra original. Ele vai encontrar a Misao, que tenta roubar ele. E por sinal, essa parte é muito boa, mais um momento que a interpretação do Kenshin ficou ótima. Mas é ainda melhor, porque a Misao também foi muito bem interpretada.

Mas o momento que o mestre do Kenshin aparece é outro. Ele aparece, eu garanto, mas é coisa rápida. Outra coisa muito boa, é a luta do Aoshi com o avô da Misao começa com espadas, mas aí ele pega as tonfas, e a gente recebe uma cena de luta incrível. Eu não acho que é a melhor, mas ver que eles não tiraram as tonfas do avô da Misao, isso é simplesmente perfeito. Ainda mais pessoalmente, porque eu adoro a luta deles no anime.

Rurouni Kenshin: Kyoto Inferno

Eu posso, mais uma vez, falar sobre a qualidade da produção de Rurouni Kenshin: Kyoto Inferno, assim como fiz com as anteriores. Mas, sinceramente, eu acho que nesse ponto nem é necessário. Porque a produção é simplesmente incrível, e não tem quem consiga negar isso.

Ótima performance dos atores, e o Kenshin quase voltando a ser o retalhador tem muito impacto. E eu não vou dizer o motivo de ele não ter voltando completamente, porque sinceramente considero que é algo que todos devem tirar a própria conclusão. Outra coisa que fez esse filme ser incrível, é a primeira luta do Kenshin com o Souijiro. O moleque que é bizarro de rápido. Uma luta incrível, com direito a competição de iai. E se você já viu essa parte no anime, da primeira luta, já sabe o resultado. Se não sabe, faça o favor de ir assistir o filme, porque vale muito a pena.

E é isso aí! Aquele abraço e até a próxima!

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